Beto Brito lança clipe de 'Casinha no meu Pé de Serra', terceiro single de novo disco

Músico trabalha no oitavo disco da carreira 'Só Quero Avoar', com previsão de lançamento para 2020.

O cantor e compositor Beto Brito lançou nesta terça-feira (30) o clipe da música “Casinha no meu Pé de Serra”, terceiro single do oitavo disco da carreira do artista, “Só Quero Avoar”, com previsão de lançamento para este ano.

Assista ao clipe acima. Segundo o cantor, a música segue a estética visual e sonora que ele quer mostrar no novo disco, com uma proposta mais popular, de letras simples e fáceis de aprender.

“Essa música é uma canção singela, com letra bucólica, onde faço uso de ditados populares.

Ela também tem uma sonoridade marcante, com elementos do forró tradicional, mas também com nuances de outros elementos como loops de guitarra, efeitos sonoros e ukulele”, diz Beto.

Beto Brito em cena do clipe de 'Casinha no meu Pé de Serra' Reprodução O clipe foi filmado por Ítalo Cordeiro e produzido por Renato Silva.

Na música, Beto Brito canta, toca violão e ukulele.

Ainda participaram da canção Helinho Medeiros na sanfona, Beto Preah na percussão, Adriano Ismael no baixo e Pedro Índio Negro nos backing vocals.

O single foi produzido por Marcelo Macedo, que tocou guitarra, e teve supervisão de Robertinho de Recife.

Conforme o cantor, “Só Quero Avoar”, já está em fase de finalização e deve ser lançado em breve, após a pandemia de Covid-19.

“Quando esse problema for aliviado, vamos trabalhar com um pouco mais de precisão e de cuidado e o disco vai sair”, explica o músico.

A produção do álbum é a mesma do single, com exceção do baixo, que foi executado por Xisto Medeiros.

Além de “Casinha no Meu Pé de Serra”, já foram lançados os singles “Louquinha Demais”, que teve um clipe gravado no Centro Histórico de João Pessoa, e “Amor de Caracol”.

Beto Brito Rafael Passos/Divulgação “Imbolê”: Forró meio hip, meio hop, meio rap, meio pop, mei de feira Beto Brito nasceu no Piauí mas tem carreira consolidada na Paraíba.

Em mais de 20 anos de estrada, lançou sete álbuns, um DVD, seis livros paradidáticos e mais de quarenta cordéis, entre eles o “Bazófias de um Cantador Pai d’Égua”, que aparece no Rank Brasil como o maior cordel do Brasil, com dois volumes publicados. Para definir o estilo diferente de forró - em que mistura o regional com o eletrônico e com o rock, o cantor decidiu inventar a palavra “imbolê”, que também nomeia um álbum lançado em 2005. “Eu gosto de apimentar minha música e nesse novo trabalho não vai ser diferente.

Uma guitarra distorcida ali, um sampler acolá, uma pitada de loop eletrônico e muito groove pra engrossar.

O imbolê é assim, é um forró meio hip, meio hop, meio rap, meio pop, é mei de feira”, completa.

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